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Psicologia para mulheres neurodivergentes

Aqui você pode existir do seu jeito.

Um espaço para mulheres autistas, com TDAH e outras neurodivergências, com ou sem diagnóstico, se entenderem sem precisar mascarar quem são.

Vitória lendo o livro Autismo em meninas e mulheres

Muitas mulheres passam anos sem se reconhecer

O autismo e o TDAH foram estudados, por muito tempo, a partir de meninos. Nas meninas, os sinais costumam aparecer de outro jeito: mais silenciosos, mais adaptados, mais escondidos.

Por isso tantas mulheres crescem aprendendo a observar, imitar e se ajustar para caber. Por fora, parece que está tudo bem. Por dentro, o custo é alto: cansaço constante, ansiedade e a sensação de estar sempre atuando.

Talvez seja com você

Se algumas dessas frases te descrevem

  • Passou a vida sentindo que funciona diferente das outras pessoas, sem saber explicar por quê.

  • Ensaia conversas antes e repassa cada uma depois, com medo de ter dito algo fora do lugar.

  • Sai de lugares cheios, barulhentos ou muito iluminados completamente esgotada.

  • Já ouviu que é sensível demais, distraída demais, intensa demais.

  • Recebeu um diagnóstico depois de adulta, ou desconfia que ele explicaria muita coisa.

  • Se cobra para dar conta de tudo e sente que está sempre um passo atrás.

Nenhuma dessas frases é diagnóstico. São convites para olhar com mais cuidado para a sua história.

O que construímos juntas

Um cuidado que parte de quem você é

Na abordagem humanista, você não é um conjunto de sintomas. A neurodivergência faz parte de quem você é, e o trabalho é te ajudar a viver bem com ela, não a esconder.

  1. Entender como você funciona

    Seu jeito de sentir, de perceber o ambiente e de se relacionar tem uma lógica. Conhecê-la tira muito do peso da culpa.

  2. Tirar as máscaras aos poucos

    Muitas mulheres neurodivergentes aprenderam a camuflar quem são para caber. Aqui você pode descansar dessa performance.

  3. Respeitar seus limites

    Construir uma rotina e relações que caibam no seu ritmo, em vez de viver tentando alcançar o ritmo dos outros.

  4. Recontar a sua história

    Olhar para trás com outros olhos e dar sentido a experiências que antes pareciam falhas suas.

Vitória lendo, sentada numa poltrona de fibra
Por que esse tema

Lugares onde a gente não precise se explicar

Eu quero construir espaços onde as pessoas sejam entendidas sem precisar traduzir o que são e o que sentem. É isso que me move no cuidado com mulheres neurodivergentes.

Sigo estudando o tema, hoje numa pós-graduação em Neuropsicologia, e levo esse olhar para os atendimentos individuais e para os grupos que conduzo.

“Acredito no valor de contarmos a nossa história de forma legítima, reconhecendo o sentido das nossas experiências.”

Vitória Carvalho · CRP 03/28719

Você não está sozinha

Também em grupo

Além dos atendimentos individuais, conduzo oficinas e grupos terapêuticos. Estar entre pessoas que sentem parecido costuma ser um alívio enorme.

Saber dos próximos grupos
Vitória em uma roda de conversa com um grupo de mulheres
Dúvidas

O que costumam me perguntar

Preciso de laudo para fazer terapia com você?

Não. Você pode chegar com um diagnóstico, com uma suspeita ou só com a sensação de que não se encaixa. O cuidado começa de onde você está.

A terapia serve para dar um diagnóstico?

A psicoterapia não é uma avaliação diagnóstica. Se durante o processo fizer sentido buscar uma avaliação, conversamos juntas sobre esse caminho.

Descobri agora, depois de adulta. É tarde?

Não é. Muitas mulheres só se reconhecem neurodivergentes na vida adulta, e esse momento costuma trazer alívio e também luto. As duas coisas têm lugar na terapia.

Como funciona o atendimento?

É online, por videochamada. Você participa de onde estiver, num lugar em que se sinta confortável, sem precisar enfrentar deslocamento e ambientes cheios.

O primeiro passo pode ser pequeno.

Me chama no WhatsApp. Conversamos com calma sobre o que você está vivendo e sobre como posso te acompanhar.

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